Dom Quixote

Código: 18343

Subtítulo:

Ano do Material: 2013, Tipo de Material: Livros

Editora: FTD , Edição:Local de Publicação: São Paulo , Ano: 2013

Volume:

Localização: 82(460)/C419

Autor Principal: CERVANTES SAAVEDRA, Miguel de

Autores Secundários:

Assuntos:

Literatura Espanhola

Camanho, Alexandre - Ilustrações

Literatura infantojuvenil

Idioma: PORTUGUÊS

Paginação: 231 p.

Resumo: Depois de ler muitas novelas de cavalaria, um fidalgo pobre resolve se tornar cavaleiro andante. Adota o nome de Dom Quixote de la Mancha, em homenagem à região da Espanha em que nasceu. Conta com a ajuda de um camponês, Sancho Pança, que se torna seu escudeiro. Sua imaginação desenfreada o faz ver tudo de modo alucinado: moinhos se tornam gigantes; rebanhos se tornam exércitos; pousada, castelo e assim por diante. SOBRE O AUTOR =>MIGUEL DE CERVANTES SAAVEDRA nasceu em Alcalá de Henares, localidade perto de Madri, Espanha, em 29 de setembro de 1547. Aclamado pela crítica e público, autor do primeiro romance moderno As aventuras do engenhoso fidalgo Dom Quixote de La Mancha (escrita em duas partes, a segunda publicada em 1615), também foi poeta e dramaturgo. A literatura mundial está em festa, pois é 2016 um ano para ficar na história da humanidade: comemora-se 400 anos de sua morte. Mistério e suposição aguçam nosso imaginário e jogam ainda mais luz quando o tema é estudar a vida do romancista espanhol, como, por exemplo, a tese de que teria morrido no dia 22 de abril, ou mesmo que teria nascido em outro local, já que outras cidades próximas a Alcalá disputam este reconhecimento. Muito já se escreveu a respeito de Cervantes e Dom Quixote; contudo, o fascínio continua vivo e povoando a mente de leitores, críticos literários e ensaístas pelo mundo, que, direta ou indiretamente, acabam por fomentar o mercado editorial mundo afora. Deixou-nos aos 68 anos. Desde então, o gênio Cervantes inspirou não apenas romancistas, e são muitos os que o idolatram por sua genialidade, mas artistas plásticos (principalmente pintores, escultores), escritores, poetas, ensaístas, desenhistas, cartunistas, contadores de histórias, grafiteiros. Também celebrado no teatro, cinema e televisão, com as adaptações direcionadas aos públicos infantil, infanto-juvenil, juvenil e adulto. Na difusão de sua obra, principalmente o livro Dom Quixote, o que mais o popularizou e atravessou séculos e culturas diferentes ao povoar o imaginário das pessoas em mais de 60 idiomas, a escola tem se mostrado um espaço imprescindível para tal, usando as aventuras do delirante Dom Quixote, na companhia do pangaré Rocinante e de Sancho Pança, para encantar crianças e jovens. Profissionais de áreas não vinculadas à arte e à cultura também recorrem a sua obra. Por ser um marco na literatura universal, a expressão "quixotesco", não raramente, é cunhada por estes em publicações e conferências de toda ordem com menção ao personagem Dom Quixote. O idealismo e a loucura são elementos que fortemente compõem o perfil dessa personagem, o que agrada a pesquisadores que estudam o ser humano e tudo que o cerca, mais segmentos voltados à pedagogia, à psicanálise, à psicologia, à sociologia. Já presenciei cenas em que esse termo foi utilizado para caracterizar alguém de sonhador. Mas o que explica tamanho fascínio em torno da vida e da obra de Cervantes Conforme o historiador francês Roger Chartier, especialista na história do livro e da leitura, bem como um estudioso de Cervantes, foi porque o espanhol era uma língua muito identificada com as novidades literárias de seu tempo, e a obra de Cervantes circulou imediatamente; já do ponto de vista estético, não havia em Dom Quixote de La Mancha o tom artificial dos romances de cavalaria ou das pastorais, literatura produzida naquela época e que gozam de muito prestígio ainda hoje , e sim uma linguagem cotidiana, o que dá ao romance o tom moderno. Em verdade, o autor satirizou os romances de cavalaria. À frente de seu tempo, Cervantes marcou época. Para compreender o período que corresponde aos anos de vida de Cervantes, um diálogo entre a Literatura e a História se faz necessário. Dentro desta perspectiva, trazer à luz o contexto histórico que cercava o Renascimento na Espanha nos ajuda a entender a produção literária do autor, em especial a sua obra máxima, na qual o idealismo da cavalaria e o realismo renascentista podem ser metaforicamente vislumbrados nos dois personagens centrais: Dom Quixote e Sancho Pança. É pura literatura; no entanto, se nos aprofundarmos na leitura dessa obra, notar-se-á que muito do período histórico vivido pela Espanha é palpável no texto do autor, isso porque a narrativa traz marcas de valor histórico e documental.

Referência Bibliográfica: CERVANTES SAAVEDRA, Miguel de. Dom Quixote. São Paulo: FTD, 2013. 231 . p.

ISBN: 978-85-322-8744-1

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Nr. Situação Edição Volume Coleção Campus
19920 Disponível Livro ESIC